Educação a Distância (EAD) & e-Learning

Essa é uma área da Educação que ainda sofre muitos preconceitos, apesar de toda nova infra-estrutura que, principalmente, a tecnologia nos trouxe. A Educação a Distância (EAD) ou e-Learning (quando se usa meios eletrônicos para tal fim), é uma boa opção para diversos alunos que não têm como se locomover à escola, por exemplo, ou podem apenas estudar sem hora pré-determinada.
Há inúmeras opções de cursos a distância, desde supletivos a programas de pós-graduação. Algumas empresas já estão nessa área há anos. Vantagens não faltam para quem pretende cursar este tipo de programa. Alguns possuem apenas provas presenciais, outros, pouquíssimas aulas em que a presença do aluno se faz necessária.
Mas os objetivos são mesmo oferecer os melhores conteúdos a todos os interessados, de qualquer lugar, com a maior comodidade. Para isso, esses programas contam com tira-dúvidas online, por correspondência, por telefone, ou mesmo pessoalmente.
Quem vê nesse tipo de educação uma ótima maneira de se tornar um profissional capacitado são os deficientes físicos. Vi na televisão outro dia uma reportagem que tratava justamente sobre eles. Aqueles que não podem andar e não têm como pedir para que alguém os leve e traga de um centro de ensino, pode tomar aulas em casa, ler e tirar dúvidas quase que simultaneamente.
Alguns vêem neste método de ensino o futuro da educação, e é fundamental que o futuro professor esteja por dentro desta imensa gama de possibilidades que cada vez mais a tecnologia e a globalização nos proporcionam.

No Brasil, o Telecurso 2000, da FRM, e o Instituto Universal Brasileiro, por exemplo, são uns dos mais antigos e respeitados programas de EAD. No Estado do Rio, o Cederj vem ganhando força e se mostrando um exemplo na área. O portal da Secretária de Educação a Distância (SEED) trata amplamente do assunto. Lá, você poderá obter informações sobre instituições, entre outros tipos de dados. Podemos, então, perceber que o MEC também apóia e incentiva a EAD, pela própria vontade do governo de promover a inclusão digital por todo o país e pela SEED.
Este artigo poderia seguir por inúmeros parágrafos, mas isso seria inviável, por isso, já que o site Futuro Professor propõe abrir discussões sobre esses assuntos, peço a todos que participem escrevendo o que acham ou não vantagem em se fazer um curso a distância. Se conhecerem instituições que trabalhem com isso, sintam-se à vontade para indicá-las.
Quando as discussões e opiniões ganharem força nos comentários do artigo, farei um quadro das vantagens e desvantagens listadas por nossos leitores, para facilitar a leitura e a comparação.
Mais informações no próprio site do Futuro Professor: Pesquisa aponta que computador não influencia o desempenho do aluno; Deixe que seus sites favoritos venham até você; Cowboy: inclusão digital; Projeto “Um Computador por Aluno”: inclusão digital à vista?
Abaixo seguem alguns links interessantes sobre o assunto:









Rafael, concordo com todos os pontos positivos que você citou. Entretanto, na minha opinião, acho que uma aula virtual, seja ela como for, síncrona (conferência entre o educador e os estudantes) ou assíncrona (conteúdo disponibilizado para consulta), não chega a desbancar uma boa aula presencial. Não só pela aula em si, na qual há oportunidade de se expor dúvidas e opiniões pessoalmente, situação em que se pode exercer a capacidade de articular idéias e chocar-se com outros pontos de vista, mas também pelo ambiente que uma escola/faculdade deve proporcionar a seus participantes, com a possibilidade de se estabelecer laços de afinidade (profissional e pessoal) e vivenciar situações de amadurecimento, especialmente quando se trata de crianças e adolescentes.
Em suma, o ensino à distância abre novas oportunidades e possibilidades, principalmente para quem não tinha condições físicas (incluindo horário) de frequentar um curso, seja ele qual for; mas é de uma frieza incomparável à de uma educação tradicional.
Outro dia vi uma charge, não me lembro de quem, que casa perfeitamente com meu ponto de vista:
” -Quando não havia e-mail, internet, celular, como as pessoas se comunicavam?
-Não se comunicavam, se falavam. “