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	<title>Futuro Professor &#187; Resenhas</title>
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	<description>espaço de discussão sobre a educação e o magistério</description>
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		<title>A vantagem acadêmica de Cuba [Resenhas #3]</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 18:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política Educacional]]></category>
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		<description><![CDATA[Tivemos a oportunidade de ler um livro lançado ainda em 2009 pelo pesquisador americano Martin Carnoy com o apoio da Fundação Lemann. Carnoy estuda diversos aspectos da educação em seus mais de 40 anos de carreira em investigações científicas em educação e economia e possui diversos outros títulos publicados, é autor também de Estado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-1015" title="Capa do livro" src="http://www.futuroprofessor.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cuba.jpg" alt="Capa do livro" width="200" height="279" />Tivemos a oportunidade de ler um livro lançado ainda em 2009 pelo pesquisador americano Martin Carnoy com o apoio da Fundação Lemann. Carnoy estuda diversos aspectos da educação em seus mais de 40 anos de carreira em investigações científicas em educação e economia e possui diversos outros títulos publicados, é autor também de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/26766/estado+e+teoria+politica?franq=273246">Estado e Teoria Política (2003)</a>.</p>
<p><em>A vantagem acadêmica de Cuba: por que seus alunos vão melhor na escola</em> propõe esmiuçar os motivos pelos quais os alunos cubanos vêm obtendo melhores desempenhos em diversas provas internacionais e despontam como referência em qualidade de educação na América Latina. Para isso, o autor e os pesquisadores Amber Gove e Jeffery Marshall se apoiam principalmente em resultados das disciplinas de matemática de três países: Brasil, Chile e Cuba. Além dos índices internacionais, eles também se utilizam de provas de nível nacional e registro de aulas de matemática que acompanharam nos três países.</p>
<p>O livro é muito bem detalhado e preocupado (até o ponto a que se propõe) em explicar aos leitores quais são os órgãos e instituições responsáveis por diversos índices ou decisões político-educacionais nos diferentes países. A atenção aos índices e aos dados técnicos pode cansar alguns leitores que buscam no livro uma fórmula para aplicar em sala de aula no Brasil. Por outro lado, os índices ajudam a manter o texto com um pé na realidade, diferente de muitos trabalhos em pedagogia e educação que se perdem sob uma aura extremamente utópica (sem rigor científico algum) e mostram um desconhecimento profundo da realidade educacional brasileira por parte de certos autores.</p>
<p>Essa visão exageradamente romântica da educação não se expressa na análise de Carnoy. Apesar da amplitude perigosa de seu objeto de estudo, a comparação dos dados parece bem feita, com uma apresentação didática da situação educacional de cada país e de sua história recente, no que diz respeito à área.</p>
<p>Por outro lado, o leitor pode achar muito perigoso comparar a situação educacional de países com perfis tão diferentes. Ainda mais, entendendo como os governos desses três países se diferem na atualidade, pode parecer que a comparação entre os resultados não seja suficiente. O autor argumenta que a comparação é feita entre países latino-americanos, sob um contexto histórico-político recente similar, já que todos possuem experiência com regimes autoritários.</p>
<p>Para ele, a educação em Cuba tem um caráter mais eficaz do que a praticada nos outros países da América Latina (Brasil e Chile no caso desse estudo). Os motivos para o sucesso cubano, segundo o autor, seriam um controle mais rígido do estado na educação dos alunos e um capital social compartilhado entre os indivíduos dessa educação.</p>
<p>O controle cubano a qual o autor se refere tem origem na história conturbada que conhecemos de Cuba. Diferente do que ocorre no Brasil e no Chile, o governo cubano assume toda a responsabilidade pela educação das crianças, tirando dos pais praticamente qualquer poder de decisão. No Chile, o autor diz que a responsabilidade do governo pela educação é muito menor. Lá, os pais tem autonomia total sobre o futuro acadêmico dos filhos. No Brasil, essa responsabilidade ainda é mais rateada entre o governo e os pais, ambos têm sua parcela de responsabilidade e ambos possuem autonomia em boa parte das decisões acadêmicas das crianças.</p>
<p>Em cuba, os alunos mais jovens passam o dia todo com o mesmo professor, em regime de educação integral. Além disso, as intervenções em sala por parte dos diretores é rotineira. No Brasil e no Chile, o professor tem mais autonomia em sala de aula, e uma mesma turma possui vários professores, muitas vezes, mesmo quando jovens. Para Carnoy, o modelo cubano contribui para que o aluno veja no professor mais que um exemplo, mas que tenha com ele uma relação próxima de confiança e cumplicidade.</p>
<p>Outra razão pela qual o autor acredita conferir ao modelo cubando o que ele considera vantagem é a escolha pela profissão de docente. Em cuba, os professores são valorizados e ocupam um cargo respeitado socialmente. Desse modo, entre aqueles que escolhem a profissão docente estão os melhores alunos da escolas, que são também incentivados com bons salários (relativamente) e boa posição social.</p>
<p>Combinando todas essas razões, o autor chega à conclusão de que Cuba possui sim uma grande vantagem acadêmica pela maior intervenção estatal em todos os níveis de educação, e em todos os espaços; pela valorização do professor; pelo regime integral de educação (com o mesmo professor) durante a formação dos alunos mais jovens; e pelo modelo rígido do material didático.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.avantagemdecuba.com.br/">Site oficial do livro</a></li>
<li><a href="http://ghiraldelli.wordpress.com/2009/08/13/freire-carnoy/">Paulo Freire versus Martin Carnoy</a></li>
<li><a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.do?select_action=&amp;co_autor=24082">Títulos no </a><strong><a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.do?select_action=&amp;co_autor=24082">Domínio Público</a></strong></li>
<li><a href="http://educarparacrescer.abril.com.br/gestao-escolar/entrevista-martin-carnoy-501699.shtml">Um retrato da sala de aula</a></li>
<li><a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/08/10/ult105u8522.jhtm">Alunos cubanos são melhores que os brasileiros porque seus professores sabem mais, diz pesquisador dos EUA</a></li>
<li><a href="http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/aproveitar-melhor-tempo-aula-caminho-cubano-martin-carnoy-cuba-brasil-sala-formacao-511246.shtml">Martin Carnoy: &#8220;Aproveitar melhor o tempo de aula é o caminho cubano&#8221;</a></li>
</ul>
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		<title>Educação em Língua Materna: a sociolinguística na sala de aula [Resenhas #2]</title>
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		<comments>http://www.futuroprofessor.com.br/educacao-em-lingua-materna-resenhas-2#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 22:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensino Fundamental]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente, terminei de ler um livro chamado Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula, de Stella Maris Bortoni-Ricardo. A autora é professora de Linguística da UnB (Universidade de Brasília) e escreve sobre o tema há decadas. Em 2004, lançou esse livro pela editora Parábola. A leitura do livro é muito agradável e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, terminei de ler um livro chamado <em><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/272668/educacao+em+lingua+materna:+a+sociolinguistica+na+sala+de+aula&amp;franq=273246">Educação em língua materna: a sociolinguística na sala de aula</a></em>, de Stella Maris Bortoni-Ricardo. A autora é professora de Linguística da UnB (Universidade de Brasília) e escreve sobre o tema há decadas. Em 2004, lançou esse livro pela editora Parábola.</p>
<p><a style="border: 0px;" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/272668/educacao+em+lingua+materna:+a+sociolinguistica+na+sala+de+aula&amp;franq=273246"><img class="alignleft" style="border: 0px;" title="Educação em Língua Materna" src="http://i2.photobucket.com/albums/y11/rocha87/Futuro%20Professor/272668.jpg" border="0" alt="" width="180" height="180" /></a></p>
<p>A leitura do livro é muito agradável e uma ótima ferramenta de conscientização para professores de língua materna e curiosos.  Destaque especial ao sexto capítulo do livro, que trata de forma lúcida e bem simplificada conceitos básicos da Linguística e da <em>competência comunicativa</em> (Hymes), tornando este capítulo indispensável para qualquer interessado em Linguística.</p>
<p>O livro é bem pessoal, como se fosse uma conversa com o leitor, e conta ainda com uma introdução de Marcos Bagno (UnB), famoso na área por seus livros sobre preconceito linguístico. O livro também reserva algumas páginas para contar sua própria história e comentários finais para o fechamento do texto.</p>
<p>Para iniciar sua obra, a autora faz um gancho interessantíssimo com o livro <em>Rememórias Dois</em>, de Carmo Bernardes, e seus relatos das aulas de Português na escola. Além disso, ela utiliza diversos exemplos de gravações retirados de pesquisas na área.</p>
<p><strong>Língua materna</strong></p>
<p>A autora explica de forma clara o que é língua materna e como deveríamos conceber a língua portuguesa e suas variações (inerentes a qualquer língua). Ela foca no contínuo rural-urbano da língua e ainda trata de conceitos importantes como oralidade, letramento, monitoramento, escolaridade, papel social etc.</p>
<p><strong>Alfabetização</strong></p>
<p>Os principais apontamentos do livro relacionados à educação são o de orientar o aluno ter uma produção escrita com pouca influência da oralidade durante a alfabetização. É claro que as observações são válidas para professores de todos os níveis, já que o aprimoramento da produção escrita é contínuo e, principalmente, as arestas de uma má alfabetização são vistas até mesmo em alunos formados. Para ela:</p>
<blockquote><p>A tarefa educativa da escola, em relação à língua materna, é justamente criar condições para que o educando desenvolva sua competência comunicativa e possa usar, com segurança, os recursos comunicativos que forem necessários para desempenhar-se bem nos contextos sociais em que interage.</p></blockquote>
<p><strong>Atividades</strong></p>
<p>A autora ainda dispõe ao longo do livro Atividades e pausas do tipo Reflita para o leitor analisar melhor o assunto. As atividades normalmente podem ser aplicadas em sala de aula, sendo incorporadas ao <a href="http://www.futuroprofessor.com.br/plano-de-aula">plano de aula</a>, algumas outras sugerem que o professor discuta com colegas de trabalho. Acredito que, se bem acompanhado, o livro pode trazer resultados muito interessantes às aulas de língua materna e formar alunos com uma percepção mais madura e menos preconceituosa sobre a língua.</p>
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		<title>Dobrando as esquinas [Resenhas #1]</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 01:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Pasti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Planejamos iniciar uma série de resenhas de livros, e pensávamos em qual livro seria o primeiro. Após considerarmos diversos clássicos da educação (os quais seguirão este artigo), caiu em minhas mãos um livro de meu ex-professor de Geografia, José Henrique Antunes de Vasconcelos, o &#8220;Professor Henrique&#8221;. O livro é Dobrando as esquinas, seu segundo livro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Planejamos iniciar uma série de resenhas de livros, e pensávamos em qual livro seria o primeiro. Após considerarmos diversos clássicos da educação (os quais seguirão este artigo), caiu em minhas mãos um livro de meu ex-professor de Geografia, José Henrique Antunes de Vasconcelos, o &#8220;Professor Henrique&#8221;. O livro é <strong>Dobrando as esquinas</strong>, seu segundo livro, que apresenta 28 contos de personagens e vidas em diferentes lugares do mundo.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-851" title="dobrando-as-esquinas" src="http://www.futuroprofessor.com.br/wp-content/uploads/2009/08/dobrando-as-esquinas.jpg" alt="dobrando-as-esquinas" width="120" height="181" />Dois fatores me fizeram especialmente escolher este livro para a primeira resenha: o primeiro é que ele é um livro de um competente e dedicado educador, que participou ativamente de minha formação, e com quem mantenho bons laços até hoje. O segundo, mais importante, é que o livro ao meu ver acaba sendo uma aula agradável e muito proveitosa.</p>
<p>Henrique retrata histórias de personagens fictícios &#8211; mas possíveis &#8211; ao redor do mundo, todas espacializadas em lugares interessantíssimos. Sem se utilizar dos recursos didáticos tradicionais, o livro acaba sendo uma excelente aula de Geografia ao trazer distintas realidades geográficas e eventos históricos, sempre através da repercussão dessas realidades na vida de pessoas normais, como eu e você.</p>
<p>Conforme anuncia na apresentação, o autor traz histórias que permeiam todos os países do mundo, com muitas viagens e migrações. Entre as minhas preferidas estão a de Lorenzo e Mariela, de Havana, que mostra diferentes visões possíveis da ilha; da paraguaia Juanita Paz, viajando com um circo; de Kemere, da Eritréia, demonstrando dificuldades vividas por grande parte dos africanos; e de Elsa, da Albânia, com a frustração do sonho do sucesso fácil fora de seu país.</p>
<p>Percebe-se também um amadurecimento do autor em termos de linguagem em relação a seu primeiro livro, &#8220;Só Palavras&#8221;, que é de crônicas que me divertem muito por lembrar as histórias que ele contava em suas aulas.</p>
<p>A leitura de <strong>Dobrando as Esquinas </strong>é muito prazerosa e recomendada a todos que têm interesse por assuntos relacionados à geografia e aos que gostam de refletir sobre os diferentes caminhos que podemos trilhar neste mundo.</p>
<p>O livro é da editora Komedi &#8211; com um bom trabalho gráfico &#8211; e pode ser adquirido por cerca de R$ 30,00, na Livraria Saraiva. O lançamento oficial deve ocorrer ainda este mês em Campinas.</p>
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